Jul 25

Tomando coca-cola no meu copo de whisky, preciso comprar um Johnny Walker, sério. Ótima companhia para dias assim…rola um blues, estou só no mundo e pensando muito em tudo.

Hoje lembrei de vários momentos bons aos lado de bons amigos, deu uma saudade danada de Minas, a bateu uma daquela pequena depressão de “solteiro”, queria alguém para compartilhar certas coisas, fazer sexo, ver um filme, rir junto, atormentar, contar piadas ruins, essas coisas. Como disse uma ex minha dias atrás, faço o tipo romântico, às vezes um pouco grudento…já vesti a carapuça. Apesar de não ser do tipo ciumento, sou presente, gosto de estar presente, às vezes erro na medida…como todos.

É claro que é o tipo de falta perigosa, eu poderia aceitar qualquer envolvimento para cobrir essa carência…mas entenda, eu sou um tipo tão chato, cheio de manias, tímido e exigente que, quando as coisas acontecem é porque realmente tinham que acontecer, é um tiro de .12mm para matar uma barata…é sempre forte o bastante para durar um tempo ou não passar de encontro frustado, 8 ou 80.

Vida ido bem, já completei um mês aqui em Joinville e passou vuando, como se estivesse por aqui há anos, ótima adaptação. Tem coisas legais acontecendo, e talvez fale delas quando se concretizarem, aquele lance de não criar expectativa sabe…

Me dei um presente, mini-férias no Ridijanero daqui uma dúzia de dias. Oportunidade para conhecer pessoas maravilhosas que conheci aqui no blog, mas que ainda não bebi uma cerveja junto e conversei olhando nos olhos.

Vou parar por aqui mais uma vez, estou ácido nesse momento, papeando com uma amiga no gtalk e dizendo coisas sem filtros. Melhor terminar o papo lá e tentar colocar o sono em dia, consegui dormir bem por aqui nas primeiras semanas, consegui ir pro trabalho de bike. A chuva frustou meu saudável meio de transporte e as mil coisas a fazer, os livros e as séries trataram de destruir minhas perfeitas 8 horas de sono.

Deixo uma blueszera das antigas aqui, do jeito que eu gosto, tocado com alma:

Jul 6

Ainda não escrevi sobre a nova vida em Joinville, e não será hoje.
Estou aqui ouvindo Rappa, cheio de idéias, de energia. Ontem fui à sampa só para correr 10km, senti dores no corpo o dia todo e deveria estar na cama já mas fui tomado por uma sensação rebelde, queria estar, nesse momento, no alto de uma pedra com bons amigos, uma fogueira, bebidas, lua brilhando no céu, mar ao fundo…gritando, cantando, sós…nós e o mundo.

“Sono é para os fracos” como já diriam os viciados em internet com suas piadinhas. No caso aqui ele foi tomado por uma adrenalina inoportuna, que apareceu na hora errada só para me aloprar.

Pode ser o som, por ser a temperatura agradável, até mesmo todas as coisas positivas acontecendo na minha vida que deixam com essa sede de vivê-las…incerto.

Poderia começar um conto agora, as palavras pipocam, seria necessário um pouco de paciência para capturá-las no ar e organizar…não, deixa pra lá, terminar os papos aqui no gtalk, encher mais um pouco esse maldito colchão inflável e tentar dormir.

Eu vou aparecer em breve, tá rolando uma daquelas fases onde sempre tem sobre o que falar, sempre tem um texto pipocando na minha cabeça.

May 21

Hoje foi o dia que escrevi minha carta de demissão. Quando me lancei no mundo, em 2007, não imaginei que fosse tão surpreendente, tão avassalador…você nunca mais é o mesmo depois que se vê fora do seu mundinho fantástico, longe dos amigos, das famílias, dos problemas mesquinhos, do cotidiano.

De repente eu era um homenzinho, com problemas de gente grande, e hoje, orgulhoso, sei que posso tomar uma decisão tão séria com a cabeça tranquila, com segurança.

Encerra-se mais um ciclo na minha vida, com chave de ouro diga-se de passagem: assinei minha carteira no dia 20/junho de 2007 e começo o novo emprego no dia 21/junho de 2010, exatos 3 anos. Recomeçarei minha vida em Joinville, Santa Catarina; uma cidade (e região) que me encantou desde a primeira visita, ano passado, e por lá pretendo ficar até a necessidade de mudança novamente bater em minha porta.

Se estou com medo? Muito. Larguei estabilidade, oportunidade de crescimento e todo aquele blá blá blá que mães falam pros seus queridos filhos para viver meu sonho de ser um “espírito livre”, do mundo…conhecer culturas, viver experiências novas. Ok, menos, volto pro chão, ainda não botei uma mochila nas costas e saí por aí, mas estou firme na meta de viver intensamente todas as oportunidades que a vida me der até me cansar…até me ver com vontade de criar raízes.

Fiquei extremamente feliz de ouvir das pessoas com quem trabalhei aqui na Cásper Líbero durante esse tempo palavras de apoio, carinho e clara demonstração do respeito que eles tem pelo meu trabalho, muitos passam por aqui, poucos tem esse privilégio. Ontem, quando conversei com meus coordenadores, na volta pra casa, os olhos estavam marejados. Fiz questão de voltar caminhando pra casa, curtindo o vento gelado de sampa que esteve presente em tantos momentos importantes por aqui.

Veio pra São Paulo um menino prepotente que achava que sabia o suficiente, que sonhava desbravar o mundo o mais rápido possível, sai daqui, no dia 20/junho de 2010, um homem que sabe que é um profissional dedicado que ainda tem muito o que aprender, que é só mais um entre tantos outros e que um dia, talvez, se ele se esforçar de coração, ele possa dizer que cumpriu uma humilde parcela dos planos.

Que mais uma vez eu consiga atrair pessoas fantásticas para meu convivio, que mais uma vez eu possa ter humildade para aprender com toda a nova vida que vou levar e que as portas que deixei abertas possam sempre me receber com carinho e respeito conquistados em todo esse tempo.

Esse é um trecho de um email que mandei aos meus amigos avisando das novidades, e resolvendo algumas questões pendentes:

(…)

Como eu disse ao Gui, meu plano inicial jamais foi ficar em SP o resto da vida, quero viajar, conhecer lugares, adquirir bagagem cultural e tudo o mais, tenho a mente livre e quero viver isso. Não estou preocupado no momento com planos futuros a longo prazo e necessidade de ficar raízes.
Sem falar que já estou à algum tempo me sentindo um pouco sufocado em por aqui, precisando respirar novos ares. Então, estou lançando novamente o dados do caos pra ver o que acontece.

Na pior das hipóteses dá tudo errado, e eu terei que começar denovo.

Eu acabei de fazer 23 anos, acho que dá tempo…
Deve ter umas 500 Joinville pelo Brasil afora, e mais algumas muitas Cásper Líbero por aí.
Estou jogando pro alto emprego fixo, garantias, estabilidade e blá blá para viver um sonho…é preciso fazer para saber se vai valer a pena.

Acho que ainda tinha muita coisa para falar, mas sou nostálgico, vou me alongar demais.

Pra fechar, vou repetir aqui o trecho de música que coloquei no post de quando me mudei para sampa, que parece que foi feita para com extrema exatidão para essas situações:

“Hoje os ventos do destino
Começaram a soprar
Nosso tempo de menino
Foi ficando para trás
Com a força de um moinho
Que trabalha devagar
Vai buscar o teu caminho
Nunca olha para trás”

É da música Depois de Nós, do Engenheiros do Hawaii.

May 17

Normalmente nas turmas que me meto sou sempre o caçula, o mais novo, o pentelho, o muleque; e sempre gostei desse status, uma mistura de maduro com toque de abusado.

E graças a essa vivência acabo por participar de problemas de amigos queridos que eu só deveria ter alguns anos depois, e acabo aprendendo com o erro deles; evito cometer as mesmas cagadas. Tem gente do tipo masoquista que diria que é isso errado, e que bonito mesmo é cometer os mesmos erros…besteira, afinal, a lei máxima é que sempre cometeremos erros, se não cometer esses, cometerei outros; pelo menos eu estou sendo original, fugindo do clichê; talvez isso torne os meus erros inovadores mais fáceis de serem perdoados.

Outra vantagem de ser caçula é clássica: ser tratado com um certo carinho pelos mais velhos em volta, coisa de instinto, de proteger o futuro da manada mesmo…presente sutilmente em algumas atitudes. Mas essa conflita bastante com meu comportamento precoce, e gosto disso, existe um misto de respeito aliado a esse cuidado todo.

O único problema, claro, tem que exister problemas, é por muitas vezes me tornar o careta e/ou chato para as que vivem plenamento sua idade, e não conseguir conviver com eles sem uma hora ou outra me pegar censurando-os pelas suas preocupações “medíocres”, aos meus olhos insensíveis, claro…porque os problemas nunca mudam, apenas as perspectivas.

Então eu sigo lutando contra essa limitação de relacionamento e aprendendo com os mais velhos ao meu redor e suas falhas interessantes aos meus olhos.

May 16

Final de semana de Virada Cultural. Esse ano não fui, mas, voltando de um boliche com os amigos me pus a pensar como as coisas estão nesse momento: parecidas com o ano passado; aqui só, ouvindo um blues (como se fosse novidade) e degustando sentimentos como: vazio interno, confusão, solidão, saudades, urgência de fazer as coisas se movimentarem.

Fato: estou solteiro novamente, sempre estive né, mas agora, além de solteiro, sozinho…como há tempos não fico. É interessante perceber que minhas postagens por aqui tendem a aumentar nessas situações. Preencher essa lacuna com palavras é algo que alivia um pouco.

Eu não estou triste, as coisas não acabaram mal (podia ter sido mais maduro, ok, mas paciência) mas o saldo é positivo, cinco meses com poucos momentos juntos (devido à distância) porém intensos na maior parte…foi interessante e sei que vou levar muito dessa vivência comigo. Ficaram portanto, boas lembranças e alguns leves lamentos por planos que ficarão apenas na memória.

Estou só, e não gosto de estar só, não consigo extornar para o mundo o melhor de mim quando estou reflexivo e resignado (passivo diante das coisas). Eu gosto de cuidar, de amizade, de dividir. Sinto os meus problemas torne-se-ão menores quando estou cuidando de outrem, é maluco, eu sei…mas vejo isso claramente depois desses anos todos.

E retomando o raciocínio do começo, espero que essa sensação de voltar no tempo, de viver um final de semana de Virada Cultural com as mesmas sensações que final de semana Virada do ano anterior acabe logo e o resto, a solidão, a vontade de mudar, essa coisa engasgada eu sei que a vida vai cuidar quando ela bem entender.

Mar 14

Me perguntaram, algumas pessoas próximas, se não vou escrever novamente. Sinceramente não sei, tá, cá estou agora, mas não sei.

Ainda vivo aquele dilema de fazer duas, três, mil coisas ao mesmo tempo, eu gosto, não posso negar, senão não estarei fazendo e sofrendo com os contra-tempos que causam.
Semana passada completei 23 anos. E assim como em 2009, foram duas festas, uma em MG, uma em SP. A de SP está acontecendo agora, está no fim, ficaram só alguns, e pude sair de fininho para aproveitar essa inspiração, essa vontade de falar, de gritar para o mundo; parei, por alguns minutos observando o céu da cidade, as luzes, os carros que insistem em transitar mesmo na alta madrugada; essa cidade me dá tesão em alguns dias; ela é como eu, quer tudo, quer abraçar o mundo; sim, ela, ao contrário do meu fracasso faz isso com maestria.

Esse ano tem sido completamente diferente do anterior, menos grama, mais afeto; a solidão se foi, e o que tomou conta foi uma alegria de viver, uma vontade “do mundo”, quero ele, mesmo sabendo que sou pequeno demais para tê-lo, e quero levá-la comigo. :)

Na sala rola Marcelo D2, aqui no quarto Morcheeba; estou nos dois ambientes, estou longe daqui, ao lado dela, sentindo o perfume da sua pele, observando seu sono; estou na praia, sentindo a brisa fria, e quero o pôr-do-sol em breve, batendo em meus olhos agressivamente.
O que me deixa inquieto no momento é essa fome de viver; é o não saber do amanhã, é a vontade de longa data de pegar a estrada sem destino certo, viver intensamente todas as sensações que ainda desconheço…quero breve, urgente.

Eu sempre digo para as pessoas se permiterem nos seus sonhos, mesmo que sejam altos…eu, olhando hoje de onde saí e até onde cheguei, posso dizer, não precisa muito além do “querer muito”…daqui alguns dias estarei realizando mais um dos meus “sonhos” de muleke, ver BB King ao vivo. Talvez eu chore, talvez eu dê risadas, fato é: o que está acontecendo só me prova que estou no caminho certo, buscando aquilo em que eu acredito.

Peço desculpas pelo volume de informações, pelo texto desconexo…não garanto que vá voltar nem nada…aliás, alguém ainda lê isso aqui?

Abraços.

Jan 3

Queria escrever algo bacana hoje, mas não vai rolar. Acabei mais uma vez me enrolando nas mil tarefas pendentes (que se tornam pendências por minha péssima administração de prioridades, ou, excelente…depende do ponto de vista).

Queria falar sobre as metas para 2010, o prazo já foi, e estas são tão simples que nem mereciam um post. Queria não estar bebendo essa Red Ale agora, estar tranquilo, mas estou angustiado, me incomoda quando explodem essas coisas na minha cabeça, quando procrastino tanto que perco prazos, preciso dar explicações e simplesmente abandonar o navio. Pelo menos uma coisa foi boa no ano que se passou, eu aprendi, eu sou um ser que trabalho sobre motivação, além disso, sou um metódico de carteirinha, então, nada de querer abraçar o mundo com as pernas, preciso de atividades planejadas, e brechas na agenda para minha mente inquieta, que inisite em parar tudo a qualquer momento e escrever, ler, dormir, ver programas idiotas na TV, ouvir um bom disco, ver um filme, etc.

Aliás, tchau, eu nem deveria estar aqui…

Dec 8

Chuva. Insônia.

Lua cheia. Olhar pela janela e vê-la ficará marcado.
Sou um homem de lembranças, nostálgico. Estas, simples, às vezes duram segundos. Não é preciso mais.

Sim, eu, menino, disse: “sou um homem”, voltei de ‘casa’ maduro, respirei fundo. Sorriso de canto, quase imperceptível.

Cantei durante o trajeto, outrora, ainda na companhia da mesma lua, “Love Me Two Times”.

Lembranças. Simples.
Uma música. Lua cheia.

Dec 7

Mude.
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Tire uma tarde inteira pra passear livremente na
praia, ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Durma do outro lado da cama…
depois, procure dormir em outras camas.

Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia,
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Mude.
Lembre-se que a vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um novo emprego,
uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais
prazeroso,
mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,longa,
se possível sem destino.

Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas.
Mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o
dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!

Edson Marques

PS1: Recebi esse texto de uma amiga por e-mail, não constava autor, pesquisando no Google, achei tanto que era um texto do Pedro Bial, e de um tal de Edson Marques, como não é possível dar certeza sobre isso, deixaria apenas esse PS por aqui por hora.

PS2: Ao que tudo indique, o texto é de autoria de Edson Marques mesmo.

Nov 12

Eu criei mais uma teoria; mas antes: ’sim, resolvi retomar isso aqui, não vou conseguir deixar o meu site pronto tão cedo, a vida deu uma nova guinada e novas metas surgiram. Bateu a vontade de escrever’.

Ato I

Então, a teoria, ela é muito simples, e faz parte de todos nós quando crianças: “experimentar, ousar e descobrir”.

A teoria tem embasamento empírico forte: o que move o mundo é a mundança, o que motiva o crescimento é o risco e o que nos faz feliz é novo. Simples assim, na teoria, claro. A maioria não tem “bolas”.

Eis alguns exemplos: Mudar de visual todos os dias; comprar um tipo de roupa que nunca usou; ouvir uma música de uma banda que você não gosta, de uma banda desconhecida da Suécia ou Austrália; comer algo exótico, ou que você diz não gostar; experimentar coisas novas na cama; viajar para uma cidadezinha não-turística; fazer esportes de aventura; praticar nerdices; ver um filme do leste europeu seguido de um curta porcamente produzido; experimentar coisas que tiram você de orbita; beber um destilado novo, novas cervejas; contrariar alguém que você ama; gastar todas suas economias numa festa, ou em várias; beber com desconhecidos e conversar como se fossem velhos amigos; é…botei essa merda toda em prática esse ano.

Ato II

Junte a essa teoria um exercício ainda mais complicado, o de dizer o que pensa, de verdade, para as pessoas…mesmo que seja ofensivo ou bizarro; é assustador. Fato, ainda não consigo fazer isso 100% do tempo, mas estou melhorando meus números. Ver a cara de susto do receptor, ou expressão de surpresa faz com que eu me sinta vivo, capaz de despertar emoções sinceras.

Comecei esse texto há alguns dias, mas a falta de tempo me fez abandoná-lo, hoje um fato em uma conversa de MSN-das-madrugadas me fez voltar ao texto e terminá-lo, exatamente esse, dizer toda a merda que se passa pela minha mente, até tuitei meu último pensamento pós-acontecido:
“Dei a ela uma visão tão apocalíptica que prefiriu atacar, depois, …, se retirar. Acho que fiquei demasiado sincero nos últimos anos.”

Passado o mal-estar, dei risadas, sinceras, de quem não deve mais nada e pode simplesmente deixar rolar, despertei ali alguma coisa, chuto que: ofensa, raiva, desconforto e covardia; não importa se o que fiz foi bom ou ruim, afinal isso é apenas conceito e a linha que o divide é tênue. Foi lindo.

Ato III

Esse cárater que estou formando (ou a falta dele! :P ) é ambíguo, contraditório e confuso. Divertido na minha ótica. E os comportamentos imprevisíveis. Isso me dá tesão.

PS: não sei quanto tempo essa recaída literária vai durar.

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