Baseado em uma noite de psicologia real.
“Nós conhecemos alguém, ficamos juntos, aprendemos a gostar. Aí nossa intolerância entra em cena, ela anda lado a lado com nosso egoísmo, nosso orgulho.
Nós provocamos mudanças de comportamento. E depois deixamos de gostar da pessoa porquê ela não é mais aquela que conhecemos!
Paradoxal!”
Eu não me liberto porquê não quero, para tal batalha não existe recompensa à altura. É egoísmo. É esperança maldita que habita no fundo de toda a exagerada auto-crítica. É a sombra de toda a revolta pelas coisas que não acontecem do jeito que quero, foda-se ela e o que ela pensa.
Vivo prazeres curtos, sem intensidade porquê a busco em soberba. A sede anula o que poderia ser.
Eu costumo falar de mim mais do que deveria, insegurança diriam alguns. Sei que ontem eu apenas ouvi, falei duro tudo que pensava. Mal sabia o receptor a receptora que tais palavras eram pra mim.
“Pense logo existo. A existência não necessariamente vem acompanhada de vida!”
October 9th, 2008 at 15:13
Pois trate de pensar menos e existir mais, ora ora.
E vai ver você fala muito porque tem um mercúrio de 1, ou a 3 em gêmeos… enfim. Não necessariamente é insegurança. E eu gosto do que você fala, ora.
Bezzos, querido!