Engraçado como não te reconheci das últimas vezes que te vi. Muito mudou, já fazem anos…é…anos, aqueles mesmos que nos juramos inúmeros momentos. Dois meninos.
Sempre que te vejo sinto algo novo, talvez seja isso que impeça de explicar.
Tem algo intágivel que sempre vai permanecer adormecido (agora) dentro de mim, é você, mas o ‘você’ que eu conhecia, ‘você minha’.
Preciso ser claro, esse texto não é mais um daqueles lamentos de perda. Esse tempo já se foi. Tem dias que bate forte um mal estar, apenas me lembro do ‘poderia ter sido’.
Feliz cá estou, depois de um ano duro. E essa tranquilidade me abriu portas, muitas (sim, acredito naquele lance de: pessoas de bem com a vida nunca permanecem sozinhas), alguma delas há de abrigar meu momento.
E você continuará, permanente, adormecida no seu devido lugar, porquê você nem existe mais.
January 24th, 2009 at 15:10
Que bom voltar a ler você e saber que ainda lê os meus versos.
Saudades dos comentários tão oportunos, saudade!
January 24th, 2009 at 23:28
Ótimo texto. Conciso, intenso e sincero, tudo ao mesmo tempo.
Gostei do teu espaço, voltarei, com certeza.
January 26th, 2009 at 16:17
Ai, o meu lado romantiquinho fica emocionado com essas coisas, menino!
Besitos,