Mal comum neste século da tecnologia, dinamismo, globalização; leia-se, cobranças cada dia maiores, insanidade produtiva, stress; é o famoso: “é urgente” ou “com urgência”.
Tudo é urgente. Parece que as pessoas descobriram que essa palavra impõe medo na maioria dos trabalhadores CLT que rebolam diariamente com medo de serem vitimados pela crise ou qualquer outra desculpa.
Aprendi com esses anos de experiência, trabalhando com stressados, materialistas e imediatistas, desesperados e ‘macacos véios’ que o nível de urgência é algo subjetivo, e deve-se ter ‘felling’ para tal.
Concordem comigo, se for realmente urgente, caso de vida ou morte, ou pior (para nossos amigos gerentes e empresários) vai ser perder grande quantia em dinheiro, a pessoa vai se fazer entender, vindo pessoalmente, ou ligando para deixar tal fato claro.
De resto, se é apenas um email ou telefonema calmo às 17h45 de uma sexta-feira, analise bem, é realmente prioridade e você precisa se foder por isso; ou pode esperar. Mas lembre-se, seja sempre sutil ao lidar com nossos parceiros/colegas/colaboradores com a síndrome da urgência.
Comentem sobre, é urgente.