Meia-noite de ontem e a turma lá de casa saindo para ir ao McDonald’s. Última semana do Gui em São Paulo. Seremos a menor formação do bando em terras estrangeiras. Aquele ditado velho que diz, “O bom filho à casa torna” parece fazer mais sentido. Claro que retorna melhor do que saiu, mas o destino é sempre a volta. Fico me questionando quando será o meu ou se mesmo acontecerá.
Fato é que nem consigo me projetar muito no futuro, e estou feliz com isso; consigo saborear o presente de maneira especial. Liguei o foda-se para poupanças financeiras, casa, carro, cachorro e família. Os meus ‘vinte e poucos’ tem que valer a pena e a decisão é curtir, viajar, explorar, conhecer. Todo o resto eu penso depois.
(pausa para reunião com superintendente)
E nela ele diz que mudaremos a plataforma de desenvolvimento na empresa, temos cerca de dois meses para escolher nossa opção e mais uns seis meses para estudos (isso na teoria, nunca é tão bonito e charmoso assim). Foi uma grande surpresa.
Há alguns anos, ‘xiita’ PHP que era, diria não, que não programaria em outra linguagem pois nada poderia ser melhor e mimimimi…mas muito mudou. Penso agora nisso tudo como nova oportunidade na carreira, semelhante a que tive 6 meses atrás, quando migrei de PHP para trabalhar num sistema pronto, mal feito e problemático, em Perl, uma ‘linguagem exótica’, mas quer saber, mesmo não sendo tudo lindo, foi ótimo, estou crescendo muito profissionalmente.
Soma-se a isso o fato de voltar para a faculdade em agosto, ou seja, os próximos anos me cobram uma imersão definitiva nesta carreira que escolhi.
Minha conclusão, é melhor continuar assim, curtindo tudo que posso, dizendo “sim” a todos as boas oportunidades pois o tempo que já era escasso ficará ainda menor.
Me mudei para um apto próxima da estação Marechal Deodoro (zona oeste, linha vermelha) no dia 26/março; e me prometi que voltaria a correr no Minhocão, que fecha todos os dias umas 21h30.