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	<title>Douglas Miguel &#187; pensamento</title>
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	<description>Uma área para depositar meus excessos e minhas loucuras.</description>
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		<title>Divago II</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 06:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tomando coca-cola no meu copo de whisky, preciso comprar um Johnny Walker, sério. Ótima companhia para dias assim&#8230;rola um blues, estou só no mundo e pensando muito em tudo. 
Hoje lembrei de vários momentos bons aos lado de bons amigos, deu uma saudade danada de Minas, a bateu uma daquela pequena depressão de &#8220;solteiro&#8221;, queria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tomando coca-cola no meu copo de whisky, preciso comprar um Johnny Walker, sério. Ótima companhia para dias assim&#8230;rola um blues, estou só no mundo e pensando muito em tudo. </p>
<p>Hoje lembrei de vários momentos bons aos lado de bons amigos, deu uma saudade danada de Minas, a bateu uma daquela pequena depressão de &#8220;solteiro&#8221;, queria alguém para compartilhar certas coisas, fazer sexo, ver um filme, rir junto, atormentar, contar piadas ruins, essas coisas. Como disse uma ex minha dias atrás, faço o tipo romântico, às vezes um pouco grudento&#8230;já vesti a carapuça. Apesar de não ser do tipo ciumento, sou presente, gosto de estar presente, às vezes erro na medida&#8230;como todos.</p>
<p>É claro que é o tipo de falta perigosa, eu poderia aceitar qualquer envolvimento para cobrir essa carência&#8230;mas entenda, eu sou um tipo tão chato, cheio de manias, tímido e exigente que, quando as coisas acontecem é porque realmente tinham que acontecer, é um tiro de .12mm para matar uma barata&#8230;é sempre forte o bastante para durar um tempo ou não passar de encontro frustado, 8 ou 80.</p>
<p>Vida ido bem, já completei um mês aqui em Joinville e passou vuando, como se estivesse por aqui há anos, ótima adaptação. Tem coisas legais acontecendo, e talvez fale delas quando se concretizarem, aquele lance de não criar expectativa sabe&#8230;</p>
<p>Me dei um presente, mini-férias no Ridijanero daqui uma dúzia de dias. Oportunidade para conhecer pessoas maravilhosas que conheci aqui no blog, mas que ainda não bebi uma cerveja junto e conversei olhando nos olhos.</p>
<p>Vou parar por aqui mais uma vez, estou ácido nesse momento, papeando com uma amiga no gtalk e dizendo coisas sem filtros. Melhor terminar o papo lá e tentar colocar o sono em dia, consegui dormir bem por aqui nas primeiras semanas, consegui ir pro trabalho de bike. A chuva frustou meu saudável meio de transporte e as mil coisas a fazer, os livros e as séries trataram de destruir minhas perfeitas 8 horas de sono.</p>
<p>Deixo uma blueszera das antigas aqui, do jeito que eu gosto, tocado com alma:<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JB2POWSnStU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JB2POWSnStU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Das vantagens de ser caçula</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 20:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Normalmente nas turmas que me meto sou sempre o caçula, o mais novo, o pentelho, o muleque; e sempre gostei desse status, uma mistura de maduro com toque de abusado.
E graças a essa vivência acabo por participar de problemas de amigos queridos que eu só deveria ter alguns anos depois, e acabo aprendendo com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Normalmente nas turmas que me meto sou sempre o caçula, o mais novo, o pentelho, o muleque; e sempre gostei desse status, uma mistura de maduro com toque de abusado.</p>
<p>E graças a essa vivência acabo por participar de problemas de amigos queridos que eu só deveria ter alguns anos depois, e acabo aprendendo com o erro deles; evito cometer as mesmas cagadas. Tem gente do tipo masoquista que diria que é isso errado, e que bonito mesmo é cometer os mesmos erros&#8230;besteira, afinal, a lei máxima é que sempre cometeremos erros, se não cometer esses, cometerei outros; pelo menos eu estou sendo original, fugindo do clichê; talvez isso torne os meus erros inovadores mais fáceis de serem perdoados.</p>
<p>Outra vantagem de ser caçula é clássica: ser tratado com um certo carinho pelos mais velhos em volta, coisa de instinto, de proteger o futuro da manada mesmo&#8230;presente sutilmente em algumas atitudes. Mas essa conflita bastante com meu comportamento precoce, e gosto disso, existe um misto de respeito aliado a esse cuidado todo.</p>
<p>O único problema, claro, tem que exister problemas, é por muitas vezes me tornar o careta e/ou chato para as que vivem plenamento sua idade, e não conseguir conviver com eles sem uma hora ou outra me pegar censurando-os pelas suas preocupações &#8220;medíocres&#8221;, aos meus olhos insensíveis, claro&#8230;porque os problemas nunca mudam, apenas as perspectivas.</p>
<p>Então eu sigo lutando contra essa limitação de relacionamento e aprendendo com os mais velhos ao meu redor e suas falhas interessantes aos meus olhos.</p>
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		<title>Déjà vu</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 00:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Final de semana de Virada Cultural. Esse ano não fui, mas, voltando de um boliche com os amigos me pus a pensar como as coisas estão nesse momento: parecidas com o ano passado; aqui só, ouvindo um blues (como se fosse novidade) e degustando sentimentos como: vazio interno, confusão, solidão, saudades, urgência de fazer as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Final de semana de <strong>Virada Cultural</strong>. Esse ano não fui, mas, voltando de um boliche com os amigos me pus a pensar como as coisas estão nesse momento: parecidas com o ano passado; aqui só, ouvindo um blues (como se fosse novidade) e degustando sentimentos como: vazio interno, confusão, solidão, saudades, urgência de fazer as coisas se movimentarem.</p>
<p>Fato: estou solteiro novamente, sempre estive né, mas agora, além de solteiro, sozinho&#8230;como há tempos não fico. É interessante perceber que minhas postagens por aqui tendem a aumentar nessas situações. Preencher essa lacuna com palavras é algo que alivia um pouco.</p>
<p>Eu não estou triste, as coisas não acabaram mal (podia ter sido mais maduro, ok, mas paciência) mas o saldo é positivo, cinco meses com poucos momentos juntos (devido à distância) porém intensos na maior parte&#8230;foi interessante e sei que vou levar muito dessa vivência comigo. Ficaram portanto, boas lembranças e alguns leves lamentos por planos que ficarão apenas na memória.</p>
<p>Estou só, e não gosto de estar só, não consigo extornar para o mundo o melhor de mim quando estou reflexivo e resignado (passivo diante das coisas). Eu gosto de cuidar, de amizade, de dividir. Sinto os meus problemas torne-se-ão menores quando estou cuidando de outrem, é maluco, eu sei&#8230;mas vejo isso claramente depois desses anos todos.</p>
<p>E retomando o raciocínio do começo, espero que essa sensação de voltar no tempo, de viver um final de semana de <strong>Virada Cultural</strong> com as mesmas sensações que  final de semana Virada do ano anterior acabe logo e o resto, a solidão, a vontade de mudar, essa coisa engasgada eu sei que a vida vai <em>cuidar </em>quando ela bem entender.</p>
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		<title>Não sei</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 07:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Me perguntaram, algumas pessoas próximas, se não vou escrever novamente. Sinceramente não sei, tá, cá estou agora, mas não sei.
Ainda vivo aquele dilema de fazer duas, três, mil coisas ao mesmo tempo, eu gosto, não posso negar, senão não estarei fazendo e sofrendo com os contra-tempos que causam.
Semana passada completei 23 anos. E assim como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me perguntaram, algumas pessoas próximas, se não vou escrever novamente. Sinceramente não sei, tá, cá estou agora, mas não sei.</p>
<p>Ainda vivo aquele dilema de fazer duas, três, mil coisas ao mesmo tempo, eu gosto, não posso negar, senão não estarei fazendo e sofrendo com os contra-tempos que causam.<br />
Semana passada completei 23 anos. E assim como em 2009, foram duas festas, uma em MG, uma em SP. A de SP está acontecendo agora, está no fim, ficaram só alguns, e pude sair de fininho para aproveitar essa inspiração, essa vontade de falar, de gritar para o mundo; parei, por alguns minutos observando o céu da cidade, as luzes, os carros que insistem em transitar mesmo na alta madrugada; essa cidade me dá tesão em alguns dias; ela é como eu, quer tudo, quer abraçar o mundo; sim, ela, ao contrário do meu fracasso faz isso com maestria.</p>
<p>Esse ano tem sido completamente diferente do anterior, menos grama, mais afeto; a solidão se foi, e o que tomou conta foi uma alegria de viver, uma vontade &#8220;do mundo&#8221;, quero ele, mesmo sabendo que sou pequeno demais para tê-lo, e quero levá-la comigo. <img src='http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Na sala rola Marcelo D2, aqui no quarto Morcheeba; estou nos dois ambientes, estou longe daqui, ao lado dela, sentindo o perfume da sua pele, observando seu sono; estou na praia, sentindo a brisa fria, e quero o pôr-do-sol em breve, batendo em meus olhos agressivamente.<br />
O que me deixa inquieto no momento é essa fome de viver; é o não saber do amanhã, é a vontade de longa data de pegar a estrada sem destino certo, viver intensamente todas as sensações que ainda desconheço&#8230;quero breve, urgente.</p>
<p>Eu sempre digo para as pessoas se permiterem nos seus sonhos, mesmo que sejam altos&#8230;eu, olhando hoje de onde saí e até onde cheguei, posso dizer, não precisa muito além do &#8220;querer muito&#8221;&#8230;daqui alguns dias estarei realizando mais um dos meus &#8220;sonhos&#8221; de muleke, ver BB King ao vivo. Talvez eu chore, talvez eu dê risadas, fato é: o que está acontecendo só me prova que estou no caminho certo, buscando aquilo em que eu acredito.</p>
<p>Peço desculpas pelo volume de informações, pelo texto desconexo&#8230;não garanto que vá voltar nem nada&#8230;aliás, alguém ainda lê isso aqui?</p>
<p>Abraços.</p>
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		<title>Love Me Two Times</title>
		<link>http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/2009/12/love-me-two-times/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 05:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chuva. Insônia.
Lua cheia. Olhar pela janela e vê-la ficará marcado.
Sou um homem de lembranças, nostálgico. Estas, simples, às vezes duram segundos. Não é preciso mais.
Sim, eu, menino, disse: &#8220;sou um homem&#8221;, voltei de &#8216;casa&#8217; maduro, respirei fundo. Sorriso de canto, quase imperceptível.
Cantei durante o trajeto, outrora, ainda na companhia da mesma lua, &#8220;Love Me Two [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chuva. Insônia.</p>
<p>Lua cheia. Olhar pela janela e vê-la ficará marcado.<br />
Sou um homem de lembranças, nostálgico. Estas, simples, às vezes duram segundos. Não é preciso mais.</p>
<p>Sim, eu, menino, disse: &#8220;sou um homem&#8221;, voltei de &#8216;casa&#8217; maduro, respirei fundo. Sorriso de canto, quase imperceptível.</p>
<p>Cantei durante o trajeto, outrora, ainda na companhia da mesma lua, &#8220;Love Me Two Times&#8221;.</p>
<p>Lembranças. Simples.<br />
Uma música. Lua cheia.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vhhOmc2EtCA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vhhOmc2EtCA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Teorias e Exercícios</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 04:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu criei mais uma teoria; mas antes: &#8217;sim, resolvi retomar isso aqui, não vou conseguir deixar o meu site pronto tão cedo, a vida deu uma nova guinada e novas metas surgiram. Bateu a vontade de escrever&#8217;.
Ato I
Então, a teoria, ela é muito simples, e faz parte de todos nós quando crianças: &#8220;experimentar, ousar e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu criei mais uma teoria; mas antes: &#8217;sim, resolvi retomar isso aqui, não vou conseguir deixar o meu site pronto tão cedo, a vida deu uma nova guinada e novas metas surgiram. Bateu a vontade de escrever&#8217;.</p>
<h2><strong>Ato I</strong></h2>
<p>Então, a teoria, ela é muito simples, e faz parte de todos nós quando crianças: &#8220;experimentar, ousar e descobrir&#8221;.</p>
<p>A teoria tem embasamento empírico forte: o que move o mundo é a mundança, o que motiva o crescimento é o risco e o que nos faz feliz é novo. Simples assim, na teoria, claro. A maioria não tem &#8220;bolas&#8221;.</p>
<p>Eis alguns exemplos: Mudar de visual todos os dias; comprar um tipo de roupa que nunca usou; ouvir uma música de uma banda que você não gosta, de uma banda desconhecida da Suécia ou Austrália; comer algo exótico, ou que você diz não gostar; experimentar coisas novas na cama; viajar para uma cidadezinha não-turística; fazer esportes de aventura; praticar nerdices; ver um filme do leste europeu seguido de um curta porcamente produzido; experimentar coisas que tiram você de orbita; beber um destilado novo, novas cervejas; contrariar alguém que você ama; gastar todas suas economias numa festa, ou em várias; beber com desconhecidos e conversar como se fossem velhos amigos; é&#8230;botei essa merda toda em prática esse ano.</p>
<h2><strong>Ato II</strong></h2>
<p>Junte a essa teoria um exercício ainda mais complicado, o de dizer o que pensa, de verdade, para as pessoas&#8230;mesmo que seja ofensivo ou bizarro; é assustador. Fato, ainda não consigo fazer isso 100% do tempo, mas estou melhorando meus números. Ver a cara de susto do receptor, ou expressão de surpresa faz com que eu me sinta vivo, capaz de despertar emoções sinceras.</p>
<p>Comecei esse texto há alguns dias, mas a falta de tempo me fez abandoná-lo, hoje um fato em uma conversa de MSN-das-madrugadas me fez voltar ao texto e terminá-lo, exatamente esse, dizer toda a merda que se passa pela minha mente, até tuitei meu último pensamento pós-acontecido:<br />
&#8220;Dei a ela uma visão tão apocalíptica que prefiriu atacar, depois, &#8230;, se retirar. Acho que fiquei demasiado sincero nos últimos anos.&#8221;</p>
<p>Passado o mal-estar, dei risadas, sinceras, de quem não deve mais nada e pode simplesmente deixar rolar, despertei ali alguma coisa, chuto que: ofensa, raiva, desconforto e covardia; não importa se o que fiz foi bom ou ruim, afinal isso é apenas conceito e a linha que o divide é tênue. Foi lindo.</p>
<h2><strong>Ato III</strong></h2>
<p>Esse cárater que estou formando (ou a falta dele! <img src='http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ) é ambíguo, contraditório e confuso. Divertido na minha ótica. E os comportamentos imprevisíveis. Isso me dá tesão.</p>
<h4><em><strong>PS: </strong></em>não sei quanto tempo essa recaída literária vai durar.</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8230;</title>
		<link>http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/2009/05/277/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 13:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Viver exije muito tempo. Quando não se dispõe disso o melhor é deixar as coisas acontecerem num ritmo naturalmente lento, mas que respeita sua própria evolução.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Viver exije muito tempo. Quando não se dispõe disso o melhor é deixar as coisas acontecerem num ritmo naturalmente lento, mas que respeita sua própria evolução.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diário de Bordo SP: Quinta-feira qualquer</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 01:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Impossível determinar quantos já se sentaram naquele balcão e pediram um pedaço de pizza Palmeiras e um chopp claro.
No fone qualquer som do &#8216;meu&#8217; momento. Do lado de fora, garoa, e São Paulo que não para nunca.
Eu nem estava ali, mas atento a cada mínimo detalhe. O pequenos pedaços de pimentão na pizza, o copo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Impossível determinar quantos já se sentaram naquele balcão e pediram um pedaço de pizza Palmeiras e um chopp claro.<br />
No fone qualquer som do &#8216;meu&#8217; momento. Do lado de fora, garoa, e São Paulo que não para nunca.<br />
Eu nem estava ali, mas atento a cada mínimo detalhe. O pequenos pedaços de pimentão na pizza, o copo de chopp ergonômico ao ponto de encaixar os dedos na pegada, o cara de óculos na frente que comia calmamente. O garçom que servia alguns pratos generosamente, como disse um amigo, para os frequentadores mais assíduos. A senhora de dentes amarelados de cigarro que reclamava, pois queria uma de Mussarela recém saída do forno.<br />
Um misto de vazio e alegria naqueles minutos de reflexão sobre tanta coisa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quando a ansiedade me pira</title>
		<link>http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/2009/01/quando-a-ansiedade-me-pira/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 19:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro você chega atirada. Diz pra mim com todas as letras: &#8220;Reparo muito mais em você, do que você em mim!&#8221;. Aceita o convite para um almoço, me convida para uma viajem delicioso ao sul de Minas, trata com carinho.
Tens um sorriso lindo, de menina. Passa maturidade, segurança.
Mas aí, como uma miragem no meio do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro você chega atirada. Diz pra mim com todas as letras: &#8220;Reparo muito mais em você, do que você em mim!&#8221;. Aceita o convite para um almoço, me convida para uma viajem delicioso ao sul de Minas, trata com carinho.</p>
<p>Tens um sorriso lindo, de menina. Passa maturidade, segurança.</p>
<p>Mas aí, como uma miragem no meio do Saara, some, ocupada sempre, não aparece mais à noite. Mudança total e brusca.</p>
<p>Ainda estou tonto. Não sei se foi algo que eu disse&#8230;ou se é isso mesmo. Minha ansiedade sempre fode com minhas ações. Nem tive oportunidade de conhecer e já deu saudade.</p>
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		<title>Adormece e fim.</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 17:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[abstrato]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Engraçado como não te reconheci das últimas vezes que te vi. Muito mudou, já fazem anos&#8230;é&#8230;anos, aqueles mesmos que nos juramos inúmeros momentos. Dois meninos.
Sempre que te vejo sinto algo novo, talvez seja isso que impeça de explicar.
Tem algo intágivel que sempre vai permanecer adormecido (agora) dentro de mim, é você, mas o &#8216;você&#8217; que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado como não te reconheci das últimas vezes que te vi. Muito mudou, já fazem anos&#8230;é&#8230;anos, aqueles mesmos que nos juramos inúmeros momentos. Dois meninos.</p>
<p>Sempre que te vejo sinto algo novo, talvez seja isso que impeça de explicar.<br />
Tem algo intágivel que sempre vai permanecer adormecido (agora) dentro de mim, é você, mas o &#8216;você&#8217; que eu conhecia, &#8216;você minha&#8217;.</p>
<p>Preciso ser claro, esse texto não é mais um daqueles lamentos de perda. Esse tempo já se foi. Tem dias que bate forte um mal estar, apenas me lembro do &#8216;poderia ter sido&#8217;.</p>
<p>Feliz cá estou, depois de um ano duro. E essa tranquilidade me abriu portas, muitas (sim, acredito naquele lance de: pessoas de bem com a vida nunca permanecem sozinhas), alguma delas há de abrigar meu momento.</p>
<p>E você continuará, permanente, adormecida no seu devido lugar, porquê você nem existe mais.</p>
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