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	<title>Douglas Miguel &#187; sentimento</title>
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	<description>Uma área para depositar meus excessos e minhas loucuras.</description>
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		<title>Diário de Bordo SP: Adeus.</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 22:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vida nova]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje foi o dia que escrevi minha carta de demissão. Quando me lancei no mundo, em 2007, não imaginei que fosse tão surpreendente, tão avassalador&#8230;você nunca mais é o mesmo depois que se vê fora do seu mundinho fantástico, longe dos amigos, das famílias, dos problemas mesquinhos, do cotidiano.
De repente eu era um homenzinho, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje foi o dia que escrevi minha carta de demissão. Quando me lancei no mundo, em 2007, não imaginei que fosse tão surpreendente, tão avassalador&#8230;você nunca mais é o mesmo depois que se vê fora do seu mundinho fantástico, longe dos amigos, das famílias, dos problemas mesquinhos, do cotidiano.</p>
<p>De repente eu era um homenzinho, com problemas de gente grande, e hoje, orgulhoso, sei que posso tomar uma decisão tão séria com a cabeça tranquila, com segurança.</p>
<p>Encerra-se mais um ciclo na minha vida, com chave de ouro diga-se de passagem: <a href="http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/2007/06/diario-de-bordo-sp-contratado/">assinei minha carteira no dia 20/junho de 2007</a> e começo o novo emprego no dia 21/junho de 2010, exatos 3 anos. Recomeçarei minha vida em Joinville, Santa Catarina; uma cidade (e região) que me encantou desde a primeira visita, ano passado, e por lá pretendo ficar até a necessidade de mudança novamente bater em minha porta.</p>
<p>Se estou com medo? Muito. Larguei estabilidade, oportunidade de crescimento e todo aquele blá blá blá que mães falam pros seus queridos filhos para viver meu sonho de ser um &#8220;espírito livre&#8221;, do mundo&#8230;conhecer culturas, viver experiências novas. Ok, menos, volto pro chão, ainda não botei uma mochila nas costas e saí por aí, mas estou firme na meta de viver intensamente todas as oportunidades que a vida me der até me cansar&#8230;até me ver com vontade de criar raízes.</p>
<p>Fiquei extremamente feliz de ouvir das pessoas com quem trabalhei aqui na Cásper Líbero durante esse tempo palavras de apoio, carinho e clara demonstração do respeito que eles tem pelo meu trabalho, muitos passam por aqui, poucos tem esse privilégio. Ontem, quando conversei com meus coordenadores, na volta pra casa, os olhos estavam marejados. Fiz questão de voltar caminhando pra casa, curtindo o vento gelado de sampa que esteve presente em tantos momentos importantes por aqui.</p>
<p>Veio pra São Paulo um menino prepotente que achava que sabia o suficiente, que sonhava desbravar o mundo o mais rápido possível, sai daqui, no dia 20/junho de 2010, um homem que sabe que é um profissional dedicado que ainda tem muito o que aprender, que é só mais um entre tantos outros e que um dia, talvez, se ele se esforçar de coração, ele possa dizer que cumpriu uma humilde parcela dos planos.</p>
<p>Que mais uma vez eu consiga atrair pessoas fantásticas para meu convivio, que mais uma vez eu possa ter humildade para aprender com toda a nova vida que vou levar e que as portas que deixei abertas possam sempre me receber com carinho e respeito conquistados em todo esse tempo.</p>
<p>Esse é um trecho de um email que mandei aos meus amigos avisando das novidades, e resolvendo algumas questões pendentes:</p>
<p style="padding-left: 30px;">(&#8230;)</p>
<p style="padding-left: 30px;">Como eu disse ao Gui, meu plano inicial jamais foi ficar em SP o resto da vida, quero viajar, conhecer lugares, adquirir bagagem cultural e tudo o mais, tenho a mente livre e quero viver isso. Não estou preocupado no momento com planos futuros a longo prazo e necessidade de ficar raízes.<br />
Sem falar que já estou à algum tempo me sentindo um pouco sufocado em por aqui, precisando respirar novos ares. Então, estou lançando novamente o dados do caos pra ver o que acontece.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Na pior das hipóteses dá tudo errado, e eu terei que começar denovo.</p>
<div style="padding-left: 30px;" dir="ltr">Eu acabei de fazer 23 anos, acho que dá tempo&#8230; <img src="https://mail.google.com/mail/e/333" alt="" /></div>
<div style="padding-left: 30px;" dir="ltr">Deve ter umas 500 Joinville pelo Brasil afora, e mais algumas muitas Cásper Líbero por aí.</div>
<div style="padding-left: 30px;" dir="ltr">Estou jogando pro alto emprego fixo, garantias, estabilidade e blá blá para viver um sonho&#8230;é preciso fazer para saber se vai valer a pena.</div>
<p>Acho que ainda tinha muita coisa para falar, mas sou nostálgico, vou me alongar demais.</p>
<p>Pra fechar, vou repetir aqui o trecho de música que coloquei no post de quando me mudei para sampa, que parece que foi feita para com extrema exatidão para essas situações:</p>
<p style="padding-left: 30px;">“Hoje os ventos do destino<br />
Começaram a soprar<br />
Nosso tempo de menino<br />
Foi ficando para trás<br />
Com a força de um moinho<br />
Que trabalha devagar<br />
Vai buscar o teu caminho<br />
Nunca olha para trás”</p>
<p>É da música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nh3-JDM_iFw">Depois de Nós</a>, do <strong>Engenheiros do Hawaii</strong>.</p>
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		<title>Déjà vu</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 00:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[blues]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Final de semana de Virada Cultural. Esse ano não fui, mas, voltando de um boliche com os amigos me pus a pensar como as coisas estão nesse momento: parecidas com o ano passado; aqui só, ouvindo um blues (como se fosse novidade) e degustando sentimentos como: vazio interno, confusão, solidão, saudades, urgência de fazer as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Final de semana de <strong>Virada Cultural</strong>. Esse ano não fui, mas, voltando de um boliche com os amigos me pus a pensar como as coisas estão nesse momento: parecidas com o ano passado; aqui só, ouvindo um blues (como se fosse novidade) e degustando sentimentos como: vazio interno, confusão, solidão, saudades, urgência de fazer as coisas se movimentarem.</p>
<p>Fato: estou solteiro novamente, sempre estive né, mas agora, além de solteiro, sozinho&#8230;como há tempos não fico. É interessante perceber que minhas postagens por aqui tendem a aumentar nessas situações. Preencher essa lacuna com palavras é algo que alivia um pouco.</p>
<p>Eu não estou triste, as coisas não acabaram mal (podia ter sido mais maduro, ok, mas paciência) mas o saldo é positivo, cinco meses com poucos momentos juntos (devido à distância) porém intensos na maior parte&#8230;foi interessante e sei que vou levar muito dessa vivência comigo. Ficaram portanto, boas lembranças e alguns leves lamentos por planos que ficarão apenas na memória.</p>
<p>Estou só, e não gosto de estar só, não consigo extornar para o mundo o melhor de mim quando estou reflexivo e resignado (passivo diante das coisas). Eu gosto de cuidar, de amizade, de dividir. Sinto os meus problemas torne-se-ão menores quando estou cuidando de outrem, é maluco, eu sei&#8230;mas vejo isso claramente depois desses anos todos.</p>
<p>E retomando o raciocínio do começo, espero que essa sensação de voltar no tempo, de viver um final de semana de <strong>Virada Cultural</strong> com as mesmas sensações que  final de semana Virada do ano anterior acabe logo e o resto, a solidão, a vontade de mudar, essa coisa engasgada eu sei que a vida vai <em>cuidar </em>quando ela bem entender.</p>
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		<title>Love Me Two Times</title>
		<link>http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/2009/12/love-me-two-times/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 05:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[abstrato]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Chuva. Insônia.
Lua cheia. Olhar pela janela e vê-la ficará marcado.
Sou um homem de lembranças, nostálgico. Estas, simples, às vezes duram segundos. Não é preciso mais.
Sim, eu, menino, disse: &#8220;sou um homem&#8221;, voltei de &#8216;casa&#8217; maduro, respirei fundo. Sorriso de canto, quase imperceptível.
Cantei durante o trajeto, outrora, ainda na companhia da mesma lua, &#8220;Love Me Two [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chuva. Insônia.</p>
<p>Lua cheia. Olhar pela janela e vê-la ficará marcado.<br />
Sou um homem de lembranças, nostálgico. Estas, simples, às vezes duram segundos. Não é preciso mais.</p>
<p>Sim, eu, menino, disse: &#8220;sou um homem&#8221;, voltei de &#8216;casa&#8217; maduro, respirei fundo. Sorriso de canto, quase imperceptível.</p>
<p>Cantei durante o trajeto, outrora, ainda na companhia da mesma lua, &#8220;Love Me Two Times&#8221;.</p>
<p>Lembranças. Simples.<br />
Uma música. Lua cheia.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vhhOmc2EtCA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vhhOmc2EtCA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Teorias e Exercícios</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 04:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[abstrato]]></category>
		<category><![CDATA[desconexo]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu criei mais uma teoria; mas antes: &#8217;sim, resolvi retomar isso aqui, não vou conseguir deixar o meu site pronto tão cedo, a vida deu uma nova guinada e novas metas surgiram. Bateu a vontade de escrever&#8217;.
Ato I
Então, a teoria, ela é muito simples, e faz parte de todos nós quando crianças: &#8220;experimentar, ousar e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu criei mais uma teoria; mas antes: &#8217;sim, resolvi retomar isso aqui, não vou conseguir deixar o meu site pronto tão cedo, a vida deu uma nova guinada e novas metas surgiram. Bateu a vontade de escrever&#8217;.</p>
<h2><strong>Ato I</strong></h2>
<p>Então, a teoria, ela é muito simples, e faz parte de todos nós quando crianças: &#8220;experimentar, ousar e descobrir&#8221;.</p>
<p>A teoria tem embasamento empírico forte: o que move o mundo é a mundança, o que motiva o crescimento é o risco e o que nos faz feliz é novo. Simples assim, na teoria, claro. A maioria não tem &#8220;bolas&#8221;.</p>
<p>Eis alguns exemplos: Mudar de visual todos os dias; comprar um tipo de roupa que nunca usou; ouvir uma música de uma banda que você não gosta, de uma banda desconhecida da Suécia ou Austrália; comer algo exótico, ou que você diz não gostar; experimentar coisas novas na cama; viajar para uma cidadezinha não-turística; fazer esportes de aventura; praticar nerdices; ver um filme do leste europeu seguido de um curta porcamente produzido; experimentar coisas que tiram você de orbita; beber um destilado novo, novas cervejas; contrariar alguém que você ama; gastar todas suas economias numa festa, ou em várias; beber com desconhecidos e conversar como se fossem velhos amigos; é&#8230;botei essa merda toda em prática esse ano.</p>
<h2><strong>Ato II</strong></h2>
<p>Junte a essa teoria um exercício ainda mais complicado, o de dizer o que pensa, de verdade, para as pessoas&#8230;mesmo que seja ofensivo ou bizarro; é assustador. Fato, ainda não consigo fazer isso 100% do tempo, mas estou melhorando meus números. Ver a cara de susto do receptor, ou expressão de surpresa faz com que eu me sinta vivo, capaz de despertar emoções sinceras.</p>
<p>Comecei esse texto há alguns dias, mas a falta de tempo me fez abandoná-lo, hoje um fato em uma conversa de MSN-das-madrugadas me fez voltar ao texto e terminá-lo, exatamente esse, dizer toda a merda que se passa pela minha mente, até tuitei meu último pensamento pós-acontecido:<br />
&#8220;Dei a ela uma visão tão apocalíptica que prefiriu atacar, depois, &#8230;, se retirar. Acho que fiquei demasiado sincero nos últimos anos.&#8221;</p>
<p>Passado o mal-estar, dei risadas, sinceras, de quem não deve mais nada e pode simplesmente deixar rolar, despertei ali alguma coisa, chuto que: ofensa, raiva, desconforto e covardia; não importa se o que fiz foi bom ou ruim, afinal isso é apenas conceito e a linha que o divide é tênue. Foi lindo.</p>
<h2><strong>Ato III</strong></h2>
<p>Esse cárater que estou formando (ou a falta dele! <img src='http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ) é ambíguo, contraditório e confuso. Divertido na minha ótica. E os comportamentos imprevisíveis. Isso me dá tesão.</p>
<h4><em><strong>PS: </strong></em>não sei quanto tempo essa recaída literária vai durar.</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Azar</title>
		<link>http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/2009/08/azar/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 20:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[azar]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Como saber que você é um azarado maldito? 
Simples: Você conhece alguém legal, que combina com você, rola um clima, papos que duram horas e fluem de maneira natural, mas essa pessoa já tem compromisso. Sendo ela madura e dotada de bom-senso, prefere ficar no seu relacionamento estável, o que não condeno, na verdade, concordo.
Problema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como saber que você é um azarado maldito? </p>
<p>Simples: Você conhece alguém legal, que combina com você, rola um clima, papos que duram horas e fluem de maneira natural, mas essa pessoa já tem compromisso. Sendo ela madura e dotada de bom-senso, prefere ficar no seu relacionamento estável, o que não condeno, na verdade, concordo.</p>
<p>Problema é quando essa pessoa te confirma (ou confessa) que esteve balançada por você, te confirma que se afastou todos esses meses por esse motivo&#8230;ganhei algumas noites sem sono.<br />
Terei bastante tempo para refletir sobre meu azar.</p>
<p>Fico feliz em saber que consigo conquistar pessoas como ela. Ainda há esperança.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diário de Bordo SP: Um semestre se foi.</title>
		<link>http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/2009/07/diario-de-bordo-sp-um-semestre-se-foi/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 06:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Flertes, desencontros, jogos, brincadeiras, excessos, frustações, exposição demasiada numa tentativa de concertar erros do passado. O primeiro semestre foi no mínimo o mais agitado dos últimos anos.
A minha terapia tem sido de choque, na última segunda-feira almocei na casa da ex, fui fazer um favor, um pedido da minha ex-cunhadinha, nem esperava encontrá-la por lá, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Flertes, desencontros, jogos, brincadeiras, excessos, frustações, exposição demasiada numa tentativa de concertar erros do passado. O primeiro semestre foi no mínimo o mais agitado dos últimos anos.</p>
<p>A minha terapia tem sido de choque, na última segunda-feira almocei na casa da ex, fui fazer um favor, um pedido da minha ex-cunhadinha, nem esperava encontrá-la por lá, mas lá ela estava, linda, num vestido que eu bem conhecia, alguns quilos mais magra. Qual a tática? Essa mesma, conviver com ela, tratá-la como uma comum, tirar toda a aura de magia que eu mesmo criei&#8230;o carinho que sinto, interesse, preocupação, esse jamais serão apagados, nem a sua importância em minha vida.</p>
<p>As outras continuam sendo as outras, vou tentando conquistar ao meu jeito tímido e aprendendo mais e mais do jogo. Elas não tem me tirado para fora da minha própria órbita.</p>
<p>Muitos projetos foram realizados, saltei de paraquedas há duas semanas, viajei novamente para a Serra da Canastra no último final de semana e na última segunda fiz minha 4º tattoo. Já tinha viajado ao sul do Brasil na Páscoa, e tenho planos para mais algumas viajens ainda esse ano, mais alguns saltos de paraquedas e o que mais puder. A facu começa em agosto&#8230;é algo que não me traz nenhum sentimento por hora, não tenho mais frio na barriga, medo, entusiasmo&#8230;é algo que tenho que fazer e pronto.</p>
<p>Sinto-me finalmente maduro em sampa, recebi uma boa proposta de negócio esse mês, de alguém importante, que pode me abrir muitas portas; parece que tenho sido mais observado do que imagino. E ainda continuo de calça social e all-star, a mesma cara de muleque, falador e sempre disposto; longe dos amigos e de olho nos inimigos, que tento manter por perto.</p>
<p>Engraçado, tinha algo importante que estive pensando esses dias, até formulei algumas palavras para escrever aqui. Foda-se. É madrugada de sábado, já tomei meia-garrafa de vinho, vi um filme antigo; minha vontade agora era de enviar um SMS desejando &#8220;boa noite&#8221; e dormir; terei que me contentar em apenas dormir. Boa noite.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Lullaby for Lucifer</title>
		<link>http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/2009/02/lullaby-for-lucifer/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 01:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[saudades]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O tempo voa e nós não temos asas!&#8221;
Essa é umas das frases mais intensas da minha vida. Um pedaço de um texto da peça &#8220;Baile de Máscaras&#8221;, apresentada pelo grupo Masque, em Uberaba, em 2005, o qual eu fazia parte.
Seis meses de ensaios para duas intensas noites. Uma marca na vida deste até então frio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>&#8220;O tempo voa e nós não temos asas!&#8221;</strong></h3>
<p>Essa é umas das frases mais intensas da minha vida. Um pedaço de um texto da peça &#8220;Baile de Máscaras&#8221;, apresentada pelo grupo Masque, em Uberaba, em 2005, o qual eu fazia parte.</p>
<p>Seis meses de ensaios para duas intensas noites. Uma marca na vida deste até então frio e alienado que vos fala. Aprendi no teatro a sentir a energia das pessoas, dos lugares e dos momentos. Ainda me arrepia lembrar do momento que pisei naquele palco fervendo do TEU (Teatro Experimental de Uberaba).</p>
<p>Meu poema, o mais alegre dentre todo aquele drama, uma peça pesada, de ensaios cansativos e surpreendentes. Hoje, anos depois, paro pra pensar naquele grupo. A maioria eu perdi contato por completo ao longo dos anos. Outros eu vejo raramente.</p>
<p>Agradeço à &#8216;falecida&#8217;, quem me apresentou o teatro e me carregou pro Masque.<br />
O saldo disso tudo: uma nova visão do mundo e dos sentimentos nele presentes, um interesse que nasceu e cresce a cada dia pela arte e uma grande amiga, uma irmã por quem eu tenho um carinho incondicional.</p>
<p>Tem dias que bate saudade dos ensaios de roupa preta, calor infernal daquele galpão da prefeitura, dos exercícios de visualização, do clima pesado criado nas tardes de domingo; acompanhado do alívio de descarregar ali a tensão de uma semana dura.</p>
<p>Entrar para os ensaios do Masque era adentrar em uma dimensão só nossa, onde não existia regras de cárater, conduta, barreiras da sociedade; lá, eu; então muleque de 17/18 anos; podia chorar sem medo de repressão, me expor; e depois sair mais forte.</p>
<p>Para fechar mais esse momento nostalgia, a música do meu poema (esquete):<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
<strong>Lullaby for Lucifer</strong><em><strong><br />
Angra</strong></em></p>
<p>On the sand, by the sea<br />
I left my heart<br />
To shed my grief<br />
A vulture came begging me:<br />
- Feed me with this piece of meat!</p>
<p>I won&#8217;t give away<br />
Something I need</p>
<p>On a garden nursery<br />
I let my fancy wander free<br />
Children playing around a tree<br />
Sharing apples happily</p>
<p>Come and rest with me<br />
Lay your hands on dreams</p>
<p>I&#8217;ll wait here by your side<br />
&#8216;Till you fall asleep<br />
I&#8217;ll wait until you cry<br />
All over me the tears<br />
You hide inside&#8230;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
<strong>Tradução aqui: </strong><a href="http://letras.terra.com.br/angra/44158/" target="_blank">http://letras.terra.com.br/angra/44158/</a><br />
<strong>Youtube:</strong> <a href="http://br.youtube.com/watch?v=sUMoTCkX5Ss" target="_blank">http://br.youtube.com/watch?v=sUMoTCkX5Ss</a></p>
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		<title>Quando a ansiedade me pira</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 19:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiro você chega atirada. Diz pra mim com todas as letras: &#8220;Reparo muito mais em você, do que você em mim!&#8221;. Aceita o convite para um almoço, me convida para uma viajem delicioso ao sul de Minas, trata com carinho.
Tens um sorriso lindo, de menina. Passa maturidade, segurança.
Mas aí, como uma miragem no meio do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro você chega atirada. Diz pra mim com todas as letras: &#8220;Reparo muito mais em você, do que você em mim!&#8221;. Aceita o convite para um almoço, me convida para uma viajem delicioso ao sul de Minas, trata com carinho.</p>
<p>Tens um sorriso lindo, de menina. Passa maturidade, segurança.</p>
<p>Mas aí, como uma miragem no meio do Saara, some, ocupada sempre, não aparece mais à noite. Mudança total e brusca.</p>
<p>Ainda estou tonto. Não sei se foi algo que eu disse&#8230;ou se é isso mesmo. Minha ansiedade sempre fode com minhas ações. Nem tive oportunidade de conhecer e já deu saudade.</p>
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		<title>Adormece e fim.</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 17:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[abstrato]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Engraçado como não te reconheci das últimas vezes que te vi. Muito mudou, já fazem anos&#8230;é&#8230;anos, aqueles mesmos que nos juramos inúmeros momentos. Dois meninos.
Sempre que te vejo sinto algo novo, talvez seja isso que impeça de explicar.
Tem algo intágivel que sempre vai permanecer adormecido (agora) dentro de mim, é você, mas o &#8216;você&#8217; que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado como não te reconheci das últimas vezes que te vi. Muito mudou, já fazem anos&#8230;é&#8230;anos, aqueles mesmos que nos juramos inúmeros momentos. Dois meninos.</p>
<p>Sempre que te vejo sinto algo novo, talvez seja isso que impeça de explicar.<br />
Tem algo intágivel que sempre vai permanecer adormecido (agora) dentro de mim, é você, mas o &#8216;você&#8217; que eu conhecia, &#8216;você minha&#8217;.</p>
<p>Preciso ser claro, esse texto não é mais um daqueles lamentos de perda. Esse tempo já se foi. Tem dias que bate forte um mal estar, apenas me lembro do &#8216;poderia ter sido&#8217;.</p>
<p>Feliz cá estou, depois de um ano duro. E essa tranquilidade me abriu portas, muitas (sim, acredito naquele lance de: pessoas de bem com a vida nunca permanecem sozinhas), alguma delas há de abrigar meu momento.</p>
<p>E você continuará, permanente, adormecida no seu devido lugar, porquê você nem existe mais.</p>
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		<title>Carinho virtual</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 04:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[abstrato]]></category>
		<category><![CDATA[saudades]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho tido em demasia nos últimos tempos, pessoas que adoro e converso todos os dias virtualmente, tenho diálogos, conto como foi meu dia, leio, desabafo, brinco, dou risada, me divirto, paz mundial, religião, política, sexo, vale tudo. Mas sinto falta de abraço, de toque. Estar nessa cidade louca, longe dos amigos, trabalhando muito e numa fase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="lightbox" href="http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/wp-content/uploads/2008/09/carinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-162" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: 1px solid black;" title="carinho" src="http://www.douglasmiguel.com.br/blog/pessoal/wp-content/uploads/2008/09/carinho.jpg" alt="" width="137" height="134" align="left" /></a>Tenho tido em demasia nos últimos tempos, pessoas que adoro e converso todos os dias virtualmente, tenho diálogos, conto como foi meu dia, leio, desabafo, brinco, dou risada, me divirto, paz mundial, religião, política, sexo, vale tudo. Mas sinto falta de abraço, de toque. Estar nessa cidade louca, longe dos amigos, trabalhando muito e numa fase de “botar a casa em ordem” tem sido o grande desafio; tenho superado muito bem, porém expõe essas feridas, me deixa nu diante dessa necessidade de afeto.</p>
<p>É só saudade de alguém pra ligar, pra dar bom dia ou boa noite, perguntar como foi o dia só pra ouvir a voz, marcar um almoço só para estar junto, tomar um sorvete só pra ficar olhando nos olhos.</p>
<p>Vou me alimentando do virtual, que faz-se sentir como aquele alguém que está te olhando fixo, e mesmo de costas, você sente aquela necessidade de olhar, é sensitivo, é virtual!</p>
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