Jul 8

Comentei no último post sobre algo que queria escrever e tinha esquecido, pois, lembrei-me. Sobre uma pessoa que perdi, uma amizade que durou algumas semanas com uma intensidade de anos a fio. Vou chamá-la de Marina, e a nossa amiga em comum de Ju.

Conheci Marina através da Ju, uma grande amiga de muitos anos. Ela me encantou. Sério, fiquei olhando-a durante todo o tempo que estivemos próximos, num churrasquinho, e olha que eu estava acompanhado e cuidando da churrasqueira. Depois que minha ficante foi embora fui procurar saber mais sobre ela e Ju disse: “Esquece, ela tem namorado.”

E foi exatamente o que fiz.

Meses depois aconteceu uma excursão da faculdade que as duas estudavam, para SP, tive oportunidade de conversar com Marina. Nos encontramos no MASP e depois fui de penetra no bus da excursão para o Shopping Center Norte. No dia seguinte Marina me add no MSN, e isso foi o começo de longas madrugadas batendo papo, várias e várias vezes foi necessário passar o dia na empresa na base do café por conta “das noitadas”. O papo era sempre ótimo, temos maneiras parecidas de pensar, e é óbvio que isso tornou-se um afrodisíaco, intensificando a amizade. Em poucos dias sabíamos muito da vida um do outro, e nos tornamos confidentes.

Eu realmente estava feliz com a amizade dela, nunca pensei em sacanear o namoro dela, apesar do pequeno climinha; apenas pensava, “se o namorado não existisse”, mas como ele existia, nada podia fazer, apenas respeitar.

O aniversário de Marina estava próximo, e ela me pediu um presente, um CD com algumas músicas, disse que um não seria suficiente, e acabei gravando dez. Eu sou assim, principalmente quando se trata de música.

Organizei de ir pra Uberaba no final de semana da festinha. Fui apresentado ao namorado e família dela. Simpatizei com ele, e fiquei feliz de saber que ela tinha alguém legal do lado. A Ju e suas amigas do churrasquinho completavam os convidados, festinha bem intimista, coisa simples. O problema foi a atenção que Marina me deu, um pouco incomôdo, mas fui bebendo e ficando por lá, sempre que ameaçava partir ela insistia para que ficasse e ajudasse a terminar as cervejas…eu, mesmo percebendo o que acontecia, deixei rolar (grande erro!). Claro, acabou se tornando um desconforto a situação toda. Fiquei lá tempo demais, perdi o ‘timing’ pra ir embora.

Voltei pra SP e nossos papos no MSN continuaram como sempre. Cerca de um mês depois eu voltei à Uberaba. Marquei de ir à um restaurante que gosto muito, um jantar. Chamei Ju, Marina e o namorado, além de outros amigos, às 20h00. Tanto Marina quanto Ju me deram garantia de presença, e lá pelas 21h00 ainda não haviam aparecido.

Liguei pra ela para perguntar o que acontecia (em tom bem humorado e brincalhão), percebi que havia algo errado, ela e o namorado estavam discutindo…e ela disse que não iria mais, e que depois Ju me explicaria o motivo. A ficha caiu na hora…e me dei conta de toda a merda que já estava rolando.

Na mesma hora liguei pra Ju, e ela confirmou tudo…os dois brigaram feio por minha causa no dia do aniversário (ninguém me contara) e também aquele dia. O cara queria ir no restaurante, mas era pra me dar uns socos.

Marina apareceu mais algumas vezes no MSN, mas…nunca mais o papo foi o mesmo, perdi uma grande pessoa com quem me identifiquei desde o dia que conheci. Levantei várias teorias sobre tudo isso: que ela tinha se envolvido comigo, que estava confusa, ciúmes doentios do namorado; e pensei sobre a minha parcela de culpa nisso tudo… :(

Esses fatos ocorreram no segundo semestre de 2008. A coisa toda se apagou aos poucos, eu até esqueci; Mas na semana passada me bateu uma saudade dos papos, das madrugadas sem sono, do entrosamento, do “adivinhar exatamente o que o outro estava pensando”; da amizade, pura e simplesmente.

Jul 5

Flertes, desencontros, jogos, brincadeiras, excessos, frustações, exposição demasiada numa tentativa de concertar erros do passado. O primeiro semestre foi no mínimo o mais agitado dos últimos anos.

A minha terapia tem sido de choque, na última segunda-feira almocei na casa da ex, fui fazer um favor, um pedido da minha ex-cunhadinha, nem esperava encontrá-la por lá, mas lá ela estava, linda, num vestido que eu bem conhecia, alguns quilos mais magra. Qual a tática? Essa mesma, conviver com ela, tratá-la como uma comum, tirar toda a aura de magia que eu mesmo criei…o carinho que sinto, interesse, preocupação, esse jamais serão apagados, nem a sua importância em minha vida.

As outras continuam sendo as outras, vou tentando conquistar ao meu jeito tímido e aprendendo mais e mais do jogo. Elas não tem me tirado para fora da minha própria órbita.

Muitos projetos foram realizados, saltei de paraquedas há duas semanas, viajei novamente para a Serra da Canastra no último final de semana e na última segunda fiz minha 4º tattoo. Já tinha viajado ao sul do Brasil na Páscoa, e tenho planos para mais algumas viajens ainda esse ano, mais alguns saltos de paraquedas e o que mais puder. A facu começa em agosto…é algo que não me traz nenhum sentimento por hora, não tenho mais frio na barriga, medo, entusiasmo…é algo que tenho que fazer e pronto.

Sinto-me finalmente maduro em sampa, recebi uma boa proposta de negócio esse mês, de alguém importante, que pode me abrir muitas portas; parece que tenho sido mais observado do que imagino. E ainda continuo de calça social e all-star, a mesma cara de muleque, falador e sempre disposto; longe dos amigos e de olho nos inimigos, que tento manter por perto.

Engraçado, tinha algo importante que estive pensando esses dias, até formulei algumas palavras para escrever aqui. Foda-se. É madrugada de sábado, já tomei meia-garrafa de vinho, vi um filme antigo; minha vontade agora era de enviar um SMS desejando “boa noite” e dormir; terei que me contentar em apenas dormir. Boa noite.

Jun 11

Minhas canelas doem, muito. Tentei voltar a correr hoje depois de duas semanas parado…a dor que eu senti, a pior, mais até do que quando corri a primeira vez. A solução é treinar diariamente até que eu me acostume com a dor. Sempre resolve.

Está frio, aqui dentro…eu estou frio, distante. Não tenho saco para as pessoas ao meu redor. Para seus joguinhos e angústias.

Amanhã é um dia diferente, dia que representa muito pra tudo isso que vivo. Há dois anos atrás, recém terminado de um longo namoro e, sendo a parte que foi largada, era eu a curtir a fossa enquanto sabia que a ex já estava feliz da vida em um novo namoro. Nesses casos conseguimos ser melodramáticos e masoquistas ao extremo, imaginando tudo que não precisamos…
A minha mudança para São Paulo estava marcada, e já tinha distrubuído alguns currículos por email de maneira descomprometida. Acabara de perder meu alicerce e estava desolado. O plano para o dia 12 daquele ano: comprar umas garrafas de vinho e me embriagar no meu quarto. Porém a vida me pregou uma peça, naquela tarde recebi um email, de um amigo que mora em SP (no apto onde vivo hoje) avisando que tinham ligado de uma tal Fundação Cásper Líbero, e que queriam marcar uma entrevista, deixaram telefone e tudo, o interesse era grande. Uma boa dose de esperança para um moribundo. Bom, tudo deu certo, a entrevista foi marcada para o dia 14/junho, duas da tarde no 900 da Paulista, e lá estou até hoje.

A esperança é mesmo uma merda, estragou todos os meus planos de curtir aquela fossa, e venho curtindo ela de maneira suave, até os dias de hoje. É como uma droga, quando você cria esperança, sim, porque ela não vem sozinha, precisa se apoiar em algo, ela te faz ter delírios, te faz quase tocar nos seus sonhos, dopa o seu cérebro.

O problema dela é quando o efeito passa, quando você volta ao mundo real, e ele te machuca ainda mais do que antes, ele cospe na sua cara, te chama de otário sonhador, não te resta opção, precisa encarar todos de frente e levantar a cabeça. E nesse momento você é o durão…É BOSTA, por dentro você está destruído…

Mas não deixo nada disso me abalar, no fim das contas, todos temos esperança, somos todos viciados nela…e faz que todos nós sejamos patéticos. E alguém com os mesmos problemas que eu não tem força para me atingir.

Então, o que posso dizer mais? Feliz Dia dos Namorados pra vocês também. E para aqueles que como eu passará sozinho, esperança sempre…um dia você encontra a pessoa certa. ;)

Jun 8

Durante todo o meu crescimento agi de maneira determinada, corri atrás, nem sabia ao certo o que queria. Sabia sim o que não queria, continuar sendo um caipira fudido, sem um pai, e viver uma vida de merda sendo entregador de panfleto de pizzaria e me divertindo com o pão e circo de sempre. (nada contra isso tudo, mas eu sei que posso mais)

Eu agarrei firme todas as oportunidades para chegar até aqui, engoli muitos sapos, e por vezes abri mão de pessoas que não cantavam no mesmo tom que eu, só para seguir em frente.

Hoje a única coisa que consigo pensar é, e se eu tivesse ficado e lutado por elas e não por mim, estaria mais realizado? Ou pelo menos não teria todo esse peso sobre as costas? Talvez teria lá meu emprego de salário mínimo (talvez um pouco mais), um cachorro e pagaria a cerveja do final de semana…eu seria feliz com tudo isso? Não sei. Não estou feliz agora, não tem nada acontecendo enfim. Estou matriculado e volto pra faculdade em agosto, e daí? Faço algumas viajens, compro aquilo que quero, me alimento melhor e faço exercícios regularmente, e daí? É uma rotina de merda. Estou afastado de quem eu realmente amo, isso não me parece sucesso…

Eu tenho irmãos, colegas, affairs, mas quando cai a noite eu tenho a mim. Apenas isso.

Na verdade estou reclamando de nada, nada especial, apenas da rotina e problemas comuns, brigas comuns, pessoas no amanhacer e no fim do dia. Gosto de sentir, de ficar pertubado, ação. Estou aqui por isso, abandonei tudo por isso…abondonei tudo, todos…sinto falta…queria estar naquela esquina comendo batata recheada e rindo do nariz do garçom da Fornacce. Não tinha muito, bastava apenas um olhar para dormir em paz.

May 23

Não tenho medo do desconhecido, nem temo estar só, em todos os sentidos; fiz minhas escolhas e a vida segue. Medo eu tenho do meu “sexto sentido”, do que sinto em relação ao mundo, a sensível perpecção que muitas vezes tenho dele.

Estar certo em relação as minhas previsões me assusta, me enche de preconceitos para a tentativa; e este nem é o maior medo, pois sabendo da mínima chance de estar errado à “primeira impressão” arrisco, claro, preparado para a mágoa que segue. Acho que tenho um Q masoquista. É prazeroso saber-se certo.

O meu medo maior é a dor que sinto quando as outras pessoas não correspondem as minhas expectativas, quando são elas que não percebem o que se passa, quando elas fazem suas próprias escolhas…quando contrariam meu egoísmo e fazem o acham que é certo, afinal, se é a decisão delas, é o CERTO. Tenho medo do meu egoísmo, pois é ele que machuca.

May 15

Viver exije muito tempo. Quando não se dispõe disso o melhor é deixar as coisas acontecerem num ritmo naturalmente lento, mas que respeita sua própria evolução.

May 10

Sábado foi um dos dias mais conturbados do ano, e mais importantes também.

Acordei tarde, quase meio-dia, almocei uma tigela de açai e prova às 14h00 na Av. Paulista, faculdade IBTA, finalmente resolvi arriscar tudo, voltar pra faculdade e terminar a graduação, pretendo eliminar 6 meses do curso de 2 anos e meio, e em 2011 estarei me formando.

Deveria ter dormido melhor e o preço eu paguei mais tarde, a prova foi tranquila, inclusive, tinha feito o mesmo vestibular em maio/2008, mas na época optei por não começar o curso, e tinha até mesmo questões iguais. Preguiça de montar outra prova?

Depois de sair da IBTA, fui pra casa, me troquei e já fui direto pra USP, pois tinha a corrida, Fila Night Run, prova de 5km que me inscrevi logo depois que voltei a correr. Nunca tinha participado de nenhum evento do tipo, e confesso que fiquei surpreso com a estrutura e quantidade de pessoas envolvidas. Só neste evento, 10.500 inscritos. Tinha sorteio de prêmios, distribuição de frutas, DJ, banda e muita mulher bonita, mocinhas e coroas cheias de saúde…gostei do ambiente :P

Logo na largada (20h00), começou a chover de fininho. No começo foi até difícil correr, muita gente, muitaaa gente mesmo, os mais apressadinhos foram saindo pelos cantos e passando. Alguns minutos após a largada veio a cobrança pela noite mal dormida, a canela direita começou a doer, parecia que gritava implorando para parar.
A coisa ficou realmente feia no km 2, pensei por vários momentos em desistir. Na metade desse km teve posto de hidratação, tomou uns goles de água esperando aliviar, nada. A chuva apertou.
Quando finalmente cheguei ao km 3 estava quase em desespero, muita dor, e sentimento de que não iria conseguir. Aí me veio na cabeça que não, que a idéia de fazer aquilo era exatamente essa, me superar, vencer minhas limitações, vencer a dor. E tinha mais, na noite passada eu deveria ter me cuidado, estava pagando caro por isso. Precisava terminar de qualquer forma. Munido desses pensamentos, e tentando esquecer a dor, consegui terminar a prova, nem acreditava quando enxerguei o cronômetro na linha de chegada. Ainda tive pique para apertar o passo nos últimos metros e chegar antes dos 30 minutos.

Cheguei ensopado, mas a canela já tinha parado de doer, eu nem tinha me dado conta. Peguei a medalha (todos que terminam a prova ganham, coisa fina), e fiquei debaixo de um temporal esperando o pessoal terminar a prova de 10km pra voltar pra casa. Cheguei em casa quase 23h00, tomei um banho quente, comi como um ogro e tive meu merecido descanso.

Hoje foi dia de averigar resultados: saiu o gabarito da prova da IBTA, acertei 35 questões em 40, agora é esperar a lista de aprovados. Tenho certeza que passei e já estou me preparando psicologicamente para os R$ 790,00 mensais. Os resultados da Fila Night Run também foram ótimos, tempo total: 29m11s, colocação: 547 na prova de 5km. Para quem começou a treinar à pouco mais de um mês foi acima da média. Pretendo continuar correndo, nessa mesma pegada, apenas pela prazer da coisa, só não sei ainda como vou conciliar isso com os horários da faculdade.

A conclusão é, além de importante, o final de semana foi produtivo.

May 10

Sempre me esqueço que eventos gratuitos e massivamente divulgados em SP (ou qualquer lugar) acabam se autodestruindo com a mesma rapidez que uma enchente inunda avenidas litorâneas.

Inocente da minha parte ignorar o ideal “pão e circo” da Virada Cultural, mais ainda foi me programar para assistir aos shows principais, mesmo que apenas alguns; porém esse ano nem com isso poderia contar, tudo encheu, até mesmo o ‘cine zumbi’, eu juro que tentei ao máximo evitar ‘os populares’.

Fato que estou em casa agora, sábado, próximo das 2h00, sem sono, numa mesa de RPG, prestes a iniciar mais uma sessão de AD&D com a galera. Por quê? Já que não estou cansado e meus acompanhantes pediram arrego. Nota mental: na próxima levar pessoas com culhões para encarar aquele pedacinho do inferno, eu sei que não é pra qualquer um respirar fumaça de maconha a noite toda.

Duas situações engraçadas valem ser mencionadas dentre as várias vistas no evento:
1. Uma mulher (assim, parecia O.o) chega em um PM, estavámos passando bem ao lado no momento, e ouvimos: “O senhor (sic!) sabe me informar onde tá rolando funk?” (esquecerem de avisar pra ela que é virada CULTURAL).
2. Passando pelo palco do Largo do Arouche, enquanto rolava Reginaldo Rossi (sic!), eu ouço de um cara numa rodinha: “O cara só é corno se for curioso!”. (verdade absoluta!)

Agora RPG.

 

Este post foi escrito na madrugada do dia 3 de maio, no meu caderno de anotações de RPG enquanto esperava a sessão começar, somente hoje que parei para digitá-lo.

Apr 30

Meia-noite de ontem e a turma lá de casa saindo para ir ao McDonald’s. Última semana do Gui em São Paulo. Seremos a menor formação do bando em terras estrangeiras. Aquele ditado velho que diz, “O bom filho à casa torna” parece fazer mais sentido. Claro que retorna melhor do que saiu, mas o destino é sempre a volta. Fico me questionando quando será o meu ou se mesmo acontecerá.

Fato é que nem consigo me projetar muito no futuro, e estou feliz com isso; consigo saborear o presente de maneira especial. Liguei o foda-se para poupanças financeiras, casa, carro, cachorro e família. Os meus ‘vinte e poucos’ tem que valer a pena e a decisão é curtir, viajar, explorar, conhecer. Todo o resto eu penso depois.

(pausa para reunião com superintendente)

E nela ele diz que mudaremos a plataforma de desenvolvimento na empresa, temos cerca de dois meses para escolher nossa opção e mais uns seis meses para estudos (isso na teoria, nunca é tão bonito e charmoso assim). Foi uma grande surpresa.

Há alguns anos, ‘xiita’ PHP que era, diria não, que não programaria em outra linguagem pois nada poderia ser melhor e mimimimi…mas muito mudou. Penso agora nisso tudo como nova oportunidade na carreira, semelhante a que tive 6 meses atrás, quando migrei de PHP para trabalhar num sistema pronto, mal feito e problemático, em Perl, uma ‘linguagem exótica’, mas quer saber, mesmo não sendo tudo lindo, foi ótimo, estou crescendo muito profissionalmente.

Soma-se a isso o fato de voltar para a faculdade em agosto, ou seja, os próximos anos me cobram uma imersão definitiva nesta carreira que escolhi.

Minha conclusão, é melhor continuar assim, curtindo tudo que posso, dizendo “sim” a todos as boas oportunidades pois o tempo que já era escasso ficará ainda menor.

Apr 16

Pensando sobre o blog, pensando em desativá-lo ou migrá-lo para um endereço qualquer e passar a escrever como anônimo. Não tenho a esconder, não é isso; e muito me chateia a idéia de não usar meu domínio (douglasmiguel.com.br); mas verdade é que me exponho demasiado e muitas vezes falo sobre coisas que não acontecerem ou estão acontecendo; e quando isso se externa as coisas podem tomar rumos diferentes. Não é que isso me prejudique, mas o um pouco de ‘mistério’ sobre o que você realmente pensa é válido; ouvi em algum lugar: “seja sempre você mesmo, mas não muito.”; e aqui eu o sou completamente. Pra chegar até aqui nem é preciso muito…

Eu sempre encarei o blog como terapia (eu comigo mesmo! kkkk), uma maneira de externar o que se passa dentro da minha cabeça quando estou tomado pela emoção, pelo calor do momento. E ler-me dias, meses ou até anos depois; me ajuda a encarar tudo de maneira mais madura, leve. Aprendi aqui, durante esses quase três anos escrevendo para ninguém mais que eu mesmo, que outras pessoas (senão a maioria delas) sofrem dos mesmos tormentos que eu; me tornei menos egoísta; passei a praticar o “se colocar no lugar da pessoa”.

Bom, ainda estou apenas pensando. Deixei ele desativado por dois dias, mas estou reativando nesse momento com este post.

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